Todos nós pelo menos uma vez na vida já ouvimos: “Tu és mesmo parecido com uma pessoa que conheço, vocês são familiares?”.
Partindo desse princípio, o fotógrafo Francois Brunelle, resolveu registar pessoas que não tem nenhum laço de sangue, mas parecem terem sido separadas no nascimento. Ele viajou pela Europa e Estados Unidos à procura de pessoas parecidas mas sem que sequer se conhecessem e criou o projecto I’m not a look-alike!
...O resultado é incrível!
terça-feira, 7 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
A vida não é
A vida não é como um filme, não temos um director nem edição para esconder os nossos erros, e muito menos um guião. A vida é escrita por nós, e eu só espero conseguir um final feliz.
007 B.P.
007 B.P.
domingo, 5 de maio de 2013
Problemas do primeiro mundo
A empatia é uma das grandes formas de auto-conhecimento que utilizamos para entender o outro, sermos mais humildes ou ainda vivenciar algo pelo qual não passamos, mas que gostaríamos de saber “como seria se…”.
Essa campanha (com legenda em português), feita para arrecadar doações em prol da Organização Water is Life, trata exactamente disso: como ver nossos ‘problemas’ de países desenvolvidos – colectados através posts no Twitter – sendo falado por crianças e adultos haitianos. O vídeo lança uma provocação: os problemas do primeiro mundo não são reais.
O resultado é irónico e até um pouco constrangedor, e nos faz pensar duas vezes antes de reclamar de qualquer coisa que seja:
3xQS: Eu penso assim.
Eu acredito que existe no mundo pessoas que esperam por outras, seja no meio de um deserto, seja no meio das grandes cidades. E quando estas pessoas se cruzarem, e seus olhos se encontrarem, todo o passado e todo o futuro perderá qualquer importância, e só existirá aquele momento.
007 B.P.
007 B.P.
sábado, 4 de maio de 2013
Tudo passa
Sim, somos fábricas de clichés.
Ideias como “tudo passa” andam por aí desde que a humanidade inventou a linguagem.
Mesmo assim, este é um conceito que nos é muito difícil de entender. É que se formos bem ao fundo disto, esta ideia, em que encontramos em muito livros de auto-ajuda, logo se escancará diante de nós como um precipício de desespero.
É que na minha opinião, não acho correcto só usarmos esta frase apenas como uma pílula reconfortante para os momentos maus. Perdeste o emprego? Vai passar. O teu cão morreu? Vai passar. Sempre uma resposta para as tragédias desta nossa vida que, por vezes, tanto se parece uma comédia mexicana.
Mas então se usássemos a tal frase para todas as situações de nossa vida tragicómica?! Todas mesmo! Ganhaste a lotaria? Essa alegria vai passar. Encontraste a mulher da tua vida? Não te animes muito, isso passa! Estás bem de saúde? Pois, é uma pena que isso passe também.
Se é para darmos conselhos, que pelo menos façamos de uma maneira certa: com a verdade. Que é igualmente passageira também.
Ideias como “tudo passa” andam por aí desde que a humanidade inventou a linguagem.
Mesmo assim, este é um conceito que nos é muito difícil de entender. É que se formos bem ao fundo disto, esta ideia, em que encontramos em muito livros de auto-ajuda, logo se escancará diante de nós como um precipício de desespero.
É que na minha opinião, não acho correcto só usarmos esta frase apenas como uma pílula reconfortante para os momentos maus. Perdeste o emprego? Vai passar. O teu cão morreu? Vai passar. Sempre uma resposta para as tragédias desta nossa vida que, por vezes, tanto se parece uma comédia mexicana.
Mas então se usássemos a tal frase para todas as situações de nossa vida tragicómica?! Todas mesmo! Ganhaste a lotaria? Essa alegria vai passar. Encontraste a mulher da tua vida? Não te animes muito, isso passa! Estás bem de saúde? Pois, é uma pena que isso passe também.
Se é para darmos conselhos, que pelo menos façamos de uma maneira certa: com a verdade. Que é igualmente passageira também.
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